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Qual é a alergia mais comum em Portugal?

Visão geral da alergia em Portugal

Podemos definir a alergia como uma reação que o nosso corpo sofre quando é exposto a um elemento de natureza estranha e que o organismo não reconhece. O nosso sistema imunitário reage provocando uma resposta em forma de comichão, espirros, corrimento, vermelhidão ou inflamações.

Estima-se que cerca de um terço da população portuguesa sofra de algum tipo de alergia, e aproximadamente 7 % desta sofre de asma, a reação que mais problemas causa.

Qual é a alergia mais comum em Portugal?

A rinite alérgica ou alergia do nariz é a patologia deste tipo que aparece com mais frequência entre os cidadãos portugueses. Não obstante, apenas 30 % dos casos são diagnosticados no nosso país.

A rinite costuma ser acompanhada quase sempre de conjuntivite, podendo também complicar outras reações que possamos sofrer como sinusite, polipose nasal ou otite. É importante destacar que os sintomas da rinite alérgica são crónicos e é necessário um tratamento que alivie e elimine as suas manifestações. Além disso, as pessoas que sofrem de rinite possuem um elevado risco de desenvolver asma.

Tipos de pólen que causam mais reações alérgicas no país

Os pólenes mais frequentes que se encontram em território nacional, e portanto que mais problemas causam, são o das gramíneas, o das árvores e o dos arbustos. Em contrapartida, raramente ocorrem alergias causadas pelo pólen das flores, ainda que às vezes o seu odor possa desencadear sintomas ou reações que se confundem com os da alergia.

Principais sintomas que as alergias causam

No caso da rinite, as reações mais comuns costumam apresentar-se em forma de espirros, comichão e obstrução nasal ou mucosidade. Além disso, é muito comum este tipo de sintomas serem acompanhados de outros como a conjuntivite, que tem associadas reações como tosse, pressão no peito, ou dificuldade em respirar.

Por outro lado, a asma pode apresentar-se como uma doença crónica com diferentes graus de gravidade. Se não for controlada adequadamente. pode causar uma série de limitações significativas na qualidade de vida dos pacientes.

É importante ter em conta também que alguns tipos de pólen em contacto com a pele podem originar comichão ou inclusive uma urticária aguda. Este tipo de reações costumam desaparecer de forma espontânea e deixar manchas na pele. Contudo, quando os sintomas se prolongam, devemos ir rapidamente ao médico para este avaliar a infeção e nos proporcionar o tratamento adequado para a eliminar.

Alergias no campo e na cidade: onde são mais graves?

A quantidade de pólen produzida pela natureza varia segundo a região e o tipo de flora local ou clima. Contudo, existem determinados fatores como a poluição urbana que favorecem a alteração do tamanho e a forma dos grãos de pólen, o que facilita a sua entrada no nosso organismo, fazendo, assim, com que exista um maior número de crises alérgicas nas cidades do que nos ambientes rurais.

Conselhos práticos para reduzir os efeitos da alergia

  • Consultar os boletins polínicos nacionais e evitar zonas de elevada concentração.
  • Evitar realizar atividades ao ar livre pelas manhãs, já que é quando se concentra uma maior quantidade de pólen.
  • Não ventilar a casa quando o nível de pólen for muito elevado no exterior ou existam fortes rajadas de vento que possam inundar o interior da nossa casa de alergénios.
  • Não secar a roupa no exterior já que o pólen pode aderir aos tecidos.
  • Ir sempre ao médico no caso de sofrer de qualquer tipo de sintoma que seja sinal de alergia.

 

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